Automação na retomada da pandemia

Continuidade dos negócios em meio à pandemia é viabilizada pela automação

A retomada da economia mundial vem acontecendo lentamente, enquanto isso, ainda em meio à pandemia, empresas do mundo inteiro vêm tentando dar continuidade aos negócios. Não tem sido fácil se reinventar, mas companhias dos mais diversos segmentos de mercado e porte têm redistribuído trabalho e reinventado tanto sua cadeia de suprimentos como o próprio modelo de negócios.

Para conseguir se sobressair nesse cenário imposto pela pandemia, muitas empresas vem apostando em automação. A UiPath, empresa líder mundial em RPA – Robotic Process Automation – observou um aumento significativo da busca por automação por empresas que visam otimizar custos, melhorar a eficiência operacional, mitigar riscos e garantir a continuidade dos negócios.

Automação do Federal Bank

Dentre as empresas que optaram por buscar na automação uma alternativa para encarar o momento, está o Federal Bank, um dos principais bancos do setor privado da Índia, que liberou a maioria dos seus funcionários para o trabalho em modelo home office, por conta da pandemia, mas conseguiu manter os principais processos em execução. O banco já conta com mais de 120 processos automatizados na plataforma UiPath, permitindo que a organização continue fornecendo seus serviços, mesmo durante o bloqueio.

Edgar Garcia, diretor comercial da UiPath, avalia que os sistemas bancários não podem parar e que seria um caos se isso acontecesse, nesse caso a opção por automação foi a melhor saída já que a mão de obra física foi diminuida durante a pandemia.

Garcia destaca que, no Brasil, os bancos também investiram em automação para conseguir suprir o aumento de demanda por crédito ou renegociação de dívidas por exemplo. Mas quando comparamos o grau de automação, o Brasil ainda está no início do processo.

Outras empresas que investiram em automação

Ainda na Índia, a empresa do setor alimentício Gemini Edible Oils investiu em RPA para gerenciar seus contratos e pedidos de vendas, o que possibilitou dar continuidade aos negócios mesmo com desfalque de 70% dos colaboradores trabalhando presencialmente.

Outro exemplo é a empresa de marketing digital Wunderman Thompson MSC que está gerenciando o aumento do volume de comunicação e pedidos de relatórios em tempo real devido ao trabalho remoto com robôs de software.

Já na área da saúde, os robôs de automação têm dado um grande suporte aos trabalhadores da linha de frente, realizando o gerenciamento dos dados de pacientes com a Covid-19.  Além disso, a Plataforma UiPath está ajudando o Departamento de Saúde da Índia a processar dados mais rapidamente, com 100% de precisão, o que agiliza a tomada de decisão por parte do governo, no enfrentamento ao novo coronavírus.

Em conclusão, Garcia avalia que “Muitas companhias, em meio à pandemia, perceberam o valor da automação para conseguirem ingressar no que se tem chamado de ‘novo normal’, mas certamente vão ver na automação a melhor forma de alcançarem a eficiência operacional, diminuírem riscos e terem seus funcionários atuando em posições de fato estratégicas para o negócio seja em um cenário de crise mundial ou não”.

Quer colocar em prática seus projetos de automação? A NextTrends é distribuidora certificada nas soluções UiPath e outras líderes de mercado. Oferecemos desde o mapeamento e diagnóstico até a implementação e gestão de seus robôs. Fale com a gente!

Veja também: O que é Hiperautomação e por que sua empresa precisa prestar atenção nisso?

Fonte: Technotec

O que é Hiperautomação

O que é Hiperautomação e por que sua empresa precisa prestar atenção nisso?

Por Mário Neto*

A consultoria Gartner publicou no final de 2019 um relatório sobre as tendências tecnológicas para 2020 e, em primeiro lugar, está o termo Hiperautomação (Hyperautomation). Mas o que é Hiperautomação e por que as empresas precisam prestar atenção nisso?

Antes da definição, é preciso entender que o uso da tecnologia deve estar focado nas pessoas (People-Centric), já que a tecnologia impacta diretamente consumidores, empregados, parceiros e, de forma geral, a sociedade. E, por ser centrada em pessoas, a tecnologia deve e pode assumir grande parte das tarefas de trabalho e/ou operacionais. O caminho para isso é a Hiperautomação.

Hiperautomação é a combinação de tecnologias e conhecimentos que as empresas precisam para tornar o processo de trabalho automatizado, totalmente voltado para tornar o modelo do negócio ágil como ele deve ser. O termo engloba as ferramentas, métodos e a própria automação, desde o momento do descobrimento do processo, passando pela análise, design, automação, medição de desempenho, monitoramento e, quando preciso, reavaliação.

Um conjunto híbrido entre ferramentas de automação de processos (RPA), machine learning, inteligência artificial e iBPMS (ferramentas de gerenciamento de processos de negócios inteligentes, como o Enate, por exemplo) permite que o processo de entender e desenvolver automações atenda às reais necessidades do modelo de negócio e traga mais valor e resultado para a empresa.

Veja também: Como a RPA está evoluindo com a IA em cinco etapas

É importante notar que Machine Learning e Inteligência Artificial são essenciais para a Hiperautomação, já que muitas vezes a automação por si só não é capaz de solucionar os problemas durante o processo a ser automatizado, muitas vezes complexos e precisando de adaptação a comportamentos diferenciados.

Ao usar as ferramentas da Hiperautomação a empresa acaba se tornando cada vez mais focada nos modelos e, por isso, é importante que o processo de descobrimento, design e desenvolvimento leve em conta também ferramentas de aprimoramento da qualidade do processo, como, por exemplo, Lean Six Sigma.

O recado do relatório da Gartner é que a Hiperautomação é inevitável e as organizações vão precisar identificar e automatizar todos os possíveis processos de negócio, de forma ágil, usando as ferramentas certas, tornando as operações e processo ágeis para poder competir em um mercado cada vez mais focado em facilitar e entender as pessoas.

*Mário Neto é Data Engineer e especialista em RPA na NextTrends

Clique aqui para ver o artigo publicado originalmente no portal Terra

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Democratização da tecnologia

A democratização da tecnologia

A onipresença da tecnologia nas sociedades mais avançadas do mundo é impressionante. Aliás, estamos tão mergulhados nela, que na verdade nem pensamos mais nela como sendo tão extraordinária assim, desde que funcione. E nada nos enfurece mais do que a tecnologia não funcionar – o que é raro. Ela se tornou tamanha parte da vida que não imaginamos mais a vida sem tecnologia.

Com o recente escrutínio de companhias como Facebook, Google e outras em relação a como nossas informações pessoais são protegidas, talvez até tenhamos breves momentos de hesitação, mas, em poucos segundos, fazemos as pazes com a tecnologia.

As tecnologias que fazem os negócios terem um desempenho melhor são igualmente impressionantes, pois tornam muito mais coisas acessíveis para nós do que nunca. Precisa de uma carona para algum lugar e não quer se preocupar com um carro? Uma viagem compartilhada está a minutos de distância, com o tipo de confiabilidade que nos dá uma sensação ainda maior de sermos donos de nossos direitos. Se você tiver algum problema com o serviço de carona, e aqui o “se” é grande, até isso é resolvido pelo telefone, quase sempre sem precisar falar com um ser humano. Sem falha.

Um novo ambiente de negócios

Estamos presenciando o início de uma era em que a tecnologia não só torna a vida de consumidores e gamers uma maravilha, mas também faz as empresas que proveem as coisas que compramos operarem com muito mais efetividade e lucratividade.

Não haveria momento melhor para isso acontecer. Companhias como Uber, Amazon e outras, agora chamadas de “empresas nativas digitais”, mudaram nossas expectativas em todas as áreas. Se você não tiver as vantagens tecnológicas das nativas digitais, boa sorte para concorrer com elas. Você será o que agora é conhecido como “empresa legada”.

Se continuar sendo uma empresa legada, seus dias estão contados. O tempo está correndo e, a cada segundo que passa, uma empresa nativa digital ocupa seu espaço se você não estiver proporcionando a sua empresa o tipo de brilhantismo digital que a tecnologia propicia.

Veja também: Inteligência artificial avança e facilita progresso em empresas, indústrias e escolas

Ainda assim, mesmo com todos os sistemas integrados de gestão empresarial (ERP, na sigla em inglês) já implantados, as empresas legadas hoje empregam milhões de pessoas sentadas lado a lado, fileira atrás de fileira, realizando manualmente processos empresariais antiquados, com incursões desesperadas para ficarem mais parecidas com as empresas nativas digitais.

A promessa da tecnologia

Os saltos de inovação tecnológica em áreas como IA, computação na nuvem e robótica de software são poderosos fatores democratizantes nos negócios, permitindo que as empresas escalem os processos mais rápido do que nunca e reduzindo barreiras como infraestrutura ou custo.

Hoje, com chatbots e recomendações inteligentes habilitadas por IA, mesmo startups enxutas podem oferecer experiências personalizadas e atendimento excepcional ao cliente para construir relacionamentos mais profundos com seus clientes.

No entanto, o poder da tecnologia vai muito além de como as empresas atraem usuários e os mantêm satisfeitos. O que é mais empolgante para mim é a total transformação de como os humanos trabalham.

A proliferação do smartphone e a ascensão da nuvem engatilharam o “Futuro do Trabalho”, desamarrando os seres humanos de suas mesas e criando novos níveis de flexibilidade de trabalho. Agora, bots de software estão trazendo o “Futuro do Trabalho 2.0”, uma era em que os trabalhadores humanos são liberados das linhas de montagem do escritório administrativo – não mais condenados a trabalhos que não exigem imaginação e não dão nenhum sentimento de realização ou propósito real.

Esta é a verdadeira promessa da tecnologia: de que libertar a humanidade é o bem maior da tecnologia e de que nosso mundo se torne um lugar onde as pessoas não sejam condenadas a serem robôs.

Pense assim: o envelhecimento da força de trabalho no Japão e na maioria dos países europeus está forçando as organizações a reavaliar o valor de seus empregados. Muitos acreditam que o impacto do envelhecimento da força de trabalho nos EUA recairá sobre nós nos próximos dois ou três anos.

Quando cada trabalhador é importante, como líder empresarial você precisa decidir onde deve estar o foco de seu pessoal. Esse foco será no que os seres humanos fazem melhor – criatividade, colaboração, direcionar o que aparentemente é intangível para a solução de nossos desafios mais difíceis?

Rompendo as antigas amarras

E então, está pronto para evoluir? Automatizar processos empresariais que já podem ser automatizados deve ser seu maior objetivo. O primeiro passo é verificar a situação de sua transformação digital e o quanto muitos de seus processos corporativos estão baseados em tecnologia legada. A maioria das empresas não está nem perto de onde acha que está nessa jornada. Como seus funcionários estão usando (ou desperdiçando) o tempo? Quais são seus principais pontos fracos?

A transição não ocorrerá da noite para o dia, e tudo bem fazer a mudança gradativamente. Considere começar com um projeto piloto, como automatizar um pequeno número de processos de folha de pagamento ou testar um novo sistema de CRM.

A tecnologia também é um ótimo equalizador quando se trata da experiência e da expertise de “especialistas”. A hierarquia pode ser inimiga do progresso. Abrace a cultura de inovação e estimule colaboradores de todos os níveis a apresentar novos processos e ideias.

Quando a tecnologia é criada por pessoas, para pessoas, seu maior propósito não é apenas melhorar o desempenho do negócio. Ela precisa melhorar a vida das pessoas. Precisa ajudar a criar um mundo no qual as pessoas prosperem. No qual o intelecto humano voe. No qual a capacidade humana de fazer o espetacular se torne mais possível do que em qualquer outra época da história.

Este deve ser o estado democrático da tecnologia.

Por Mihir Shukla, CEO e cofundador da Automation Anywhere

Fonte: TI Inside

): Inteligência artificial avança e facilita progresso em empresas, indústrias e escolas

Inteligência artificial avança e facilita progresso em empresas, indústrias e escolas

Para quem acompanha o mundo da tecnologia, falar sobre Inteligência Artificial, Machine Learning, robotização de processos é algo comum, um conceito já bastante familiar e que nós da NextTrends sempre abordamos por aqui, afinal esse é o nosso DNA. Mas quando o assunto vai parar nas televisões de nossas casas, em rede nacional, é que percebemos o quanto relevante e presente ele se tornou em nosso dia a dia – saindo dos escritórios para a nossa vida real.

O Jornal Nacional, da TV Globo, produziu uma série de três reportagens que mostram exemplos de como os computadores substituíram seres humanos em atividades que exigem tomada de decisão.

“A interação humana, essa do olho no olho e da troca de empatia com o outro, é desafiada por uma invenção da humanidade: a máquina treinada para pensar como os seres humanos, mas que olha a vida de outro jeito. Os robôs foram tirados da ficção científica e trazidos para o mundo real. Alguns são chamados humanóides, projetos ainda bem distantes de seres humanos”, diz a reportagem inaugural.

“O cérebro artificial é como um programa de computador, só que faz tarefas associadas a humanos. Ele usa o algoritmo, uma fórmula matemática para resolver problemas. E a máquina aprende a tomar decisões inteligentes com os dados fornecidos”, cita outro trecho da matéria.

A repórter mostra inúmeros exemplos de adoção da Inteligência Artificial, como na aviação, na sala de aula, na indústria da moda. Veja que interessante: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/10/07/inteligencia-artificial-avanca-e-facilita-progresso-em-empresas-industrias-e-escolas.ghtml

NextTrends fecha parceria inédita com Enate para orquestração de trabalho humano e digital

A NextTrends fechou uma parceria inédita com a empresa britânica Enate, que oferece uma plataforma para orquestrar a força de trabalho humana e digital em um só lugar. Com a parceria, a Enate marca sua estreia no mercado brasileiro e vem preencher um gap ocasionado pela evolução exponencial da automação. Confira a matéria publicada pela Revista Exame:

Orquestrar a força de trabalho humana e digital é novo desafio com avanço do RPA

Agilidade, eficiência, redução de custos, produtividade, controle e governança: esses são benefícios já amplamente conhecidos da Automação de Processos Robotizados (RPA na sigla em inglês) que, diariamente, levam organizações ao redor do mundo a transferir seus processos funcionais e cognitivos repetitivos para máquinas. Segundo a consultoria Gartner, a receita de software de RPA cresceu mais de 63% no último ano. Já uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial diz que até 2025 os robôs devem estar presentes até mesmo nos conselhos administrativos de grandes empresas. À medida que a automação escala, um novo desafio se apresenta: a necessidade inexorável de gerenciar força de trabalho humana e digital, que podem ser necessárias em diferentes momentos dos processos de negócio.

Para resolver esse desafio, a NextTrends, empresa que atua em projetos de Data Intelligence, BI, Robotização, Inteligência Artificial e Dashboards, acaba de anunciar uma nova parceria com a Enate, empresa global com sede no Reino Unido que oferece uma plataforma de orquestração de serviço independente, projetada para gerenciar a força de trabalho digital e humana em um só lugar. Com a NextTrends, a Enate marca sua estreia no mercado brasileiro.

“Trazer a Enate para o Brasil é um grande passo que estamos dando para atender nossos clientes em suas necessidades mais atuais, oferecendo tecnologia de última geração e confiabilidade, características da Enate reconhecidas mundialmente. Com esta nova solução em nosso portfólio possibilitamos que as empresas escalem seus sistemas automatizados e simplifiquem seus processos de ponta a ponta, não mais de maneira isolada, cobrindo os gaps e incluindo de fato o que elas têm de maior valor: as capacidades humanas”, diz Ricardo Rego, Diretor Executivo da NextTrends.

A plataforma Enate combina funcionalidades como gerenciamento de tickets, gerenciamento de casos, gerenciamento de trabalho e capacidade e recursos de fluxo de trabalho, juntamente com relatórios de desempenho apresentados via dashboards em tempo real. Trata-se de uma plataforma aberta com rápida implementação, na modalidade SaaS (Software como Serviço), que permite introduzir novas tecnologias facilmente. A proposta é transformar negócios em qualquer estágio de automação: força de trabalho humana, híbrida, automação de processos robóticos (RPA), ou usando novas tecnologias como Inteligência Artificial (IA).

“O mercado de tecnologia é extremamente dinâmico e ter essa capacidade de acompanhar as mudanças na velocidade que elas acontecem é o grande diferencial da NextTrends. Estamos muito felizes em tê-la em nosso ecossistema de parceiros, que reúne uma comunidade única com conhecimento e know how do setor. Juntos somamos forças para aproveitar todas as oportunidades que o Brasil oferece”, conclui Jane Youdell, Chefe de Parcerias da Enate.

Veja também: Como o RPA está evoluindo com a IA: em 5 etapas

Fonte: Revista Exame

Microsserviços + RPA: você vai querer pegar este atalho

A expressão “tempo é dinheiro” nunca soou tão verdadeira como agora. Hoje não dá para perder muito tempo para lançar uma aplicação, um produto ou um serviço novo no mercado, a concorrência te engole antes! Mas como ser mais ágil e eficaz? Sabe aquela velha história (não tão velha assim) de fatiar entregas que as metodologias ágeis têm como base? Ela funciona! Os microsserviços seguem mais ou menos essa linha. E podem ser o pulo do gato para a transformação digital da sua empresa, permitindo que você aproveite as novas tendências: Inteligência Artificial, Machine Learning, Robotização de Processos (RPA), entre outras.

Microsserviços são uma abordagem de arquitetura que decompõe uma aplicação por funções básicas. Cada função é chamada de serviço (por isso o nome!) e pode ser criada e implantada de maneira independente. O que isso significa em termos práticos? Significa que cada serviço individual pode funcionar ou falhar sem comprometer os demais. Assim, as aplicações podem ser desenvolvidas, testadas e implantadas mais facilmente. A técnica simplifica a interface com sistemas legados e viabiliza o acesso a dados em tempo real, além de facilitar a integração com empresas parceiras. Este é o atalho!

A arquitetura de microsserviços abrange a ideia de API – Interface de Programação de Aplicativos (nós falamos sobre ela aqui), ideal para habilitar o suporte de um aplicativo para uma diversidade de plataformas, seja na web, no celular ou até em objetos dotados de Inteligência Artificial. E o que isso quer dizer? Que ficou muito mais fácil e acessível (inclusive financeiramente) adotar as mais novas tecnologias para atingir seus objetivos de negócio!

A NextTrends, por exemplo, trabalha com arquitetura de microsserviços para o desenvolvimento de robôs que tornem possível automatizar com inteligência suas consultas a dados e seus processos (RPA). Plug and play – fácil e rápido de integrar com suas soluções e sistemas. A cobrança pode ser feita por chamada a cada API, com um preço que cai conforme o volume.

Ainda não se convenceu? Pense bem, o motorista que recebe um chamado pelo aplicativo não vê sentido em digitar o endereço no assistente de rotas. A opção de check-in pela internet libera viajantes de enfrentar longas filas em aeroportos. Pacientes preferem agendar consultas via web, do que ligar pessoalmente. Enfim, muitas vezes, a automação está nos detalhes e faz todo mundo ganhar tempo. Ainda assim, milhares de profissionais continuam gastando horas com Alt+tab e Crtl+C/Crtl+V, transferindo informações de um sistema a outro ou pesquisando/validando dados cadastrais, por exemplo. Faz sentido?

Quem se estabelecer sobre arquiteturas de nuvem, microsserviços e outros padrões criados para interoperar levará vantagem. É só uma questão de escolha.

API’s Economy: seu novo driver de negócios

Em 2017, a revista Forbes declarou o “Ano da economia da API”. Desde então, o assunto ocupa posição privilegiada dentro das estratégias de transformação digital das empresas. E o que você ou sua empresa tem a ver com isso? Por que é importante entender o que são APIs? Quais os benefícios práticos? Interessa mesmo para quem não é da área de TI? Vamos responder a todas estas perguntas aqui, neste post!

Para começo de conversa, vamos falar sobre o que é uma API. Tecnicamente, API é a sigla de Application Program Interface, que nada mais é do que um conjunto de rotinas, protocolos e ferramentas que conectam um software a outro. Traduzindo, as APIs permitem que dois softwares conversem entre si, ainda que eles tenham sido desenvolvidos com tecnologias e linguagens diferentes. É como uma “ponte” que liga as duas pontas: seus serviços internos a seus consumidores de serviços externos.

São vários os exemplos (e talvez você nem imagine o quanto faz parte deste mundo!). Olha só, quando você acessa um site e se depara com o mapa do Google indicando a localização da empresa, isso é uma API. Sabe as milhas que você acumula no cartão de crédito? São APIs. A consulta de CEP no Mercado Livre para cálculo de frete ou para validar se o endereço de entrega existe. Adivinha? APIs! A pesquisa por hotéis no Tripadvisor, por passagens aéreas no Decolar, melhores preços no Buscapé….uma infinidade de conexões ao seu redor e você nem tinha se dado conta.

Todos esses exemplos geram lucro para as empresas envolvidas e foi isso o que a Forbes quis dizer quando utilizou a expressão “API’s Economy”. Não se trata mais de uma ferramenta técnica que interessa somente a desenvolvedores, mas sim de uma fonte de valor estratégico na economia digital atual, que permite reunir parceiros de ecossistema.

Com as APIs você consegue ter acesso a diversos dados, como o histórico de residência de seu consumidor, suas atividades nas redes sociais, sua carteira de motorista, seu CPF, informações bancárias e muito mais. Como? Conectando o seu sistema com bases de instituições como Detran, Receita Federal, Febraban entre outras. Por isso, estrategistas, líderes de marketing e executivos de parcerias que buscam alcançar um novo nível de diferenciação de mercado passaram a se interessar pelo assunto.

Big Data Analytics: veja como a análise inteligente de grandes volumes de dados pode trazer informações valiosas para o seu negócio

O aumento de demanda por interação móvel faz da internet uma plataforma de relacionamento carregada de dados, dados que podem ser captados pelas empresas por meio de APIs e transformados em valor, seja na forma de um produto específico, seja na forma de conhecimento para ativar um outro produto.

De acordo com o estudo Evolution of the API economy, da IBM, quase 70% das companhias estão buscando aumentar suas parcerias externas e voltando-se para as APIs para ajudar a criar essas pontes para outras organizações e desbloquear os dados e recursos exclusivos de cada parceiro.

Outra vantagem é que as APIs permitem que empresas de todos os portes utilizem serviços até então considerados inacessíveis, caros e complexos para se desenvolver internamente, como a computação cognitiva e a Internet das Coisas (IoT), também citados no estudo da IBM. Isso acelera o seu processo de inovação.

Saiba mais como podemos ajudá-lo na busca por dados e na integração com outras fontes.

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